20 de agosto de 2008 09:27

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CEF quer vender 357 imóveis na região


Gabriela Gasparin
Especial para o Diário


A Caixa Econômica Federal pretende incentivar e alavancar ainda mais a compra da casa própria – já impulsionada pelas opções de financiamento cada vez mais acessíveis – com o lançamento de um banco de dados de imóveis, de acordo com o interesse do consumidor.

Batizado de ‘Plantão Caixa’, a campanha, que começou  nesta quinta-feira e vai até o dia 14, oferece aos futuros mutuários imóveis disponíveis para compra no Grande ABC.

O sistema leva em conta todos os tipos de financiamentos para todos os bolsos.

Para ter acesso ao cadastro, o consumidor deve se dirigir a uma agência da Caixa e procurar o modelo que se encaixa ao seu perfil. Há tanto modelos prontos quanto unidades ainda na planta.

No Grande ABC, são 357 imóveis disponíveis, em Santo André, São Bernardo e Mauá. Há 13 empreendimentos de 10 construtoras. Os preços variam de R$ 82 mil a R$ 320 mil. Caso a Caixa feche 100% dos negócios, a soma das ofertas totalizará R$ 45,5 milhões. “Nossa expectativa é liquidar todas as unidades da região”, afirmou o superintendente regional, Everaldo Coelho da Silva.

De acordo com o gerente regional Marcelo Damião, há mais de 6.000 nomes já cadastrados no banco de dados, coletados em feiras de imóveis.

“A idéia e ampliar o registro cada vez mais.” Em toda a Grande São Paulo, área de abrangência da campanha, há 6,800 unidades disponíveis, totalizando R$ 628 milhões em negócios. A Caixa é detentora de cerca de 90% dos financiamentos do País.

Final de semana - Para estimular ainda mais as vendas, neste final de semana, consultores da Caixa estarão presentes em todos os empreendimentos para auxiliar os consumidores.

“Com um representante do banco no local, é mais fácil encaminhar a venda, uma vez que as dúvidas sobre formas de financiamentos já são tiradas na mesma hora”, disse Silva.

 

 

Crescimento na região atinge Mauá e Diadema

 

Com a escassez de espaços para construções em São Caetano, e os preços um pouco mais elevados em São Bernardo e Santo André, o mercado imobiliário começa a abrir os olhos para Mauá e Diadema, como explicou Everaldo Coelho, superintendente regional da Caixa no Grande ABC.

“A região ainda é um pólo de atração do mercado imobiliário. Estamos muito próximos de São Paulo e as pessoas muitas vezes trabalham por aqui e moram lá. Esse fator aumenta a procura pela região”, disse.

De acordo com Coelho, o crescimento do mercado em Mauá é perceptível, como as 3.000 unidades lançadas pela MRV Engenharia recentemente. “Há grande esforço do poder público das cidades da região para colaborar com o crescimento.” Um exemplo é o plano de verticalização de Diadema. Segundo ele, o aquecimento reflete até Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires, com vastas áreas de mananciais.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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