06 de janeiro de 2009 00:40

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Banco do Brasil acirra a disputa por financiamentos imobiliários


Humberto Domiciano de Paula
Especial para o Diário


Aproveitando a expansão de 95% no mercado de crédito imobiliário em 2006, o Banco do Brasil anunciou a entrada da instituição no ramo. O acordo firmado com a Poupex (Associação de Poupança e Empréstimo) tem como principais objetivos fechar 10 mil contratos até o final de 2007.

Denílson Molina, gerente executivo de crédito imobiliário da instituição destaca que a intenção é desembolsar R$ 650 milhões em empréstimos do gênero até o fim do ano, com média de R$ 65 mil por financiamento.

O projeto piloto entrou em operação na semana passada apenas no Distrito Federal. A extensão do serviço para os demais Estados se dará a partir de março. “Vamos observar a demanda e ajustar procedimentos, testar a comunicação com os clientes, para então, disponibilizarmos para o restante do país”, diz Molina. Segundo o executivo de crédito do BB, o risco de inadimplência no programa é baixo. “O que vemos no mercado, principalmente nos novos contratos, são taxas bem próximas a zero”, afirma.

O prazo estabelecido para a aprovação do crédito, com toda a documentação apresentada, é de no máximo três semanas, garante Molina. Imóveis de até R$ 1 milhão poderão ser financiados, no entanto, o limite estipulado é de R$ 450 mil. Não há, porém, um valor mínimo para o financiamento.

O BB já definiu as taxas a serem cobradas nos financiamentos voltados à casa própria. Para imóveis até R$ 150 mil, a taxa será de 10,49%. Até R$ 350 mil, de 11,39%. Imóveis com valor até R$ 1 milhão terão taxa de 12%. Molina destaca que as taxas são anuais e corrigidas pela TR. O prazo máximo para pagamento é de 180 meses. (Supervisão de Fernando Bortolin)

 

 

 

 


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